Do primeiro alerta à comunicação,
com evidência em cada passo
A CVM 50 exige que cada instituição desenhe e comprove seus próprios controles
A norma segue uma abordagem baseada em risco. Cada instituição monta e documenta seus procedimentos de PLD/FTP conforme o próprio porte e perfil, com monitoramento contínuo, comunicação da operação suspeita em até 24 horas e retenção de registros por cinco anos. Sustentar tudo isso em planilha, todo dia, para toda a base de fundos, esbarra num limite de escala.


Do sinal de alerta à decisão fundamentada
A plataforma cobre cada etapa do ciclo do alerta. Regras automatizadas capturam a operação e geram os alertas, o analista investiga com a memória de cálculo em mãos, a validação registra a justificativa e a decisão final descarta, envia ao gestor ou comunica ao COAF em até 24 horas.
Ocorrência → Seleção → Análise → Validação → Decisão → COAF
12 controles diários e 3 painéis mensais, prontos para uso
Os controles cobrem rentabilidade, fair allocation, day trade, renda fixa, câmbio, derivativos, partes relacionadas e pagamentos atípicos, entre outros, mapeados aos sinais da CVM 50 e à orientação da Anbima. Sobre eles rodam cruzamentos inteligentes e flags de PEP e contraparte. Cada controle é ajustável, e novos podem ser criados conforme a avaliação de risco da instituição.


Todos os parâmetros configuráveis por fundo, com registro auditado
Todos os thresholds são definidos por fundo e alterados pelo próprio usuário, com registro auditado de cada mudança. Cada monitoramento carrega a memória de cálculo completa, que serve à decisão e como evidência formal ao regulador. Resultados em XLSX, CSV e JSON, prontos para exportar ou integrar às bases internas
Perguntas frequentes
A plataforma cobre exatamente os controles que a CVM 50 exige?
A CVM 50 não prescreve uma lista fechada de controles. Ela exige uma abordagem baseada em risco. Os 12 controles diários e 3 painéis mensais da Everysk operacionalizam os princípios da norma e a orientação de PLD/FTP da Anbima, e podem ser ajustados ou ampliados conforme a avaliação interna de risco da sua instituição.
Como funciona o controle de Partes Relacionadas?
A identificação de partes relacionadas usa oito cruzamentos sistemáticos sobre dados da Serasa Experian. Essa base não é nativa da plataforma: é necessário que a instituição disponibilize o arquivo Serasa para processamento, com atualização anual recomendada dos CNPJs
Consigo ajustar os parâmetros dos controles ao perfil de risco da minha instituição?
Sim. Todos os thresholds são configuráveis por fundo e alterados diretamente pelo usuário na plataforma, com registro auditado de cada mudança. Isso atende à exigência de proporcionalidade da norma.
Os registros atendem à exigência de retenção e evidenciação da CVM 50?
Sim. Cada alerta gera memória de cálculo e trilha de auditoria com data, usuário e IP. Todos os registros são mantidos por cinco anos, conforme o Art. 30, prontos para evidenciação em fiscalização.

